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Quem somos

 

António Chaves e Rui Batista são sócios fundadores da Rivus e partilham a paixão pelo Douro e pela navegação. Com mais de 10 anos de experiência de navegabilidade no Douro, lançam o primeiro wine boat em Portugal.

Em estreita aliança com o enoturismo e as quintas da região do Douro, a Rivus organiza passeios de charme com uma experiência vínica a bordo e um serviço muito personalizado e diferenciador. Com uma tripulação bem conhecedora do rio e da sua cultura, a Rivus promete assegurar uma viagem inesquecível a bordo do Senhora do Carmo.

Tripulação

António Chaves

Nascido no Porto, António cedo conheceu o Douro através da quinta do seu avô, onde passava os verões e participava nas vindimas.
Em 2005, foi definitivamente viver para a região com a sua mulher e 3 filhos. Desenvolveu trabalhos relacionados com o vinho, até que em 2010 começou como skipper numa prestigiada empresa marítimo-turística, seguindo-se outros projetos, sempre relacionados com barcos, o Douro e claro, os vinhos.

Rui Batista

Rui Batista nasceu em Lamego, mas sempre viveu no Pinhão e recorda com grande nostalgia os tempos em que acompanhava o seu avô pela quinta que a família ainda hoje possui. Apaixonado pelo Douro, e pelas suas gentes, regressa depois de uns anos longe da sua terra, onde tem então a oportunidade de trabalhar numa importante empresa de passeios de barco no rio Douro. Querendo ter algo mais pessoal e em prol da região, inicia agora neste projecto.

A Senhora do Carmo no Douro

 

Senhora do Carmo foi o nome dado à embarcação, um trawler de origem inglesa dos anos 70, um nome incontornável quando se fala do Douro e uma homenagem ao avô de António Chaves, que tinha um veleiro com o mesmo nome.

Nossa Senhora do Carmo é, também, uma das santas padroeiras dos navegantes. No séc XVII, quando o vinho do Porto era transportado rio abaixo nos tradicionais barcos rabelo, sob condições altamente desafiantes pela força da água e precária construção das embarcações, os navegantes construíram em sua honra uma capela numa das zonas mais perigosas do curso do rio, onde atracavam para rezar e pedir proteção para a difícil viagem de transporte das pipas até à foz no Porto.

Tudo isto desapareceu quando, em meados do século XX, foram construídas barragens para produção de energia hidroelétrica e de “controlo” dos caudais, de forma a tornar a navegação segura e criar uma via navegável, que hoje apreciamos com muito prazer e tranquilidade.

Prepare-se para uma experiência inesquecível no Douro...

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